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Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Print version ISSN 0036-4665
Abstract
LIMA, Laïs Clark et al. Suscetibilidade de planorbídeos da região metropolitana de Belo Horizonte, MG (Brasil) ao Angiostrongylus costaricensis (Nematoda, Angiostrongylidae. Rev. Inst. Med. trop. S. Paulo [online]. 1992, vol.34, n.5, pp. 399-402. ISSN 0036-4665. http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46651992000500005.
Lotes de Biomphalaria glabrata (controle), B. tenagophila e B. straminea (com respectivamente 139, 77 e 149 exemplares) criados em laboratório a partir de espécimes coletados na região metropolitana de Belo Horizonte, MG (Brasil), foram infectados experimentalmente com larvas L1 de Angiostrongylus costaricensis. Decorridos aproximadamente 25 dias, os moluscos foram digeridos individual e artificialmente para exame. De 87 B. glabrata examinadas, 62 (71,3%) estavam positivas e apresentaram de uma a 61 larvas L3; de 42 B. tenagophila, 21 (50,0%) possuíam de uma a cinco L3; e de 89 B. straminea, 69 (77,5%), de uma a 72 L3. As três espécies de planorbídeos mostraram-se suscetíveis à infecção pelo A. costaricensis, sendo a B. glabrata e a B. straminea as mais eficientes para manutenção do ciclo do nematódeo em laboratório.
Keywords : Angiostrongylus costaricensis; Biomphalaria glabrata; B. tenagophila; B. straminea; Suscetibilidade.











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