Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
versión impresa ISSN 0036-4665
Resumen
FAVA-NETTO, Celeste et al. Candidina: antígeno para reação de hipersensibilidade de tipo tardio. Comparação de dois antígenos. Rev. Inst. Med. trop. S. Paulo [online]. 1996, vol.38, n.6, pp. 397-399. ISSN 0036-4665. http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46651996000600002.
Candidina, constituída de suspensão de células leveduriformes mortas, é comumente usada em provas intradérmicas de hipersensibilidade retardada, principalmente na avaliação da competência imunológica do paciente, quando usada conjuntamente com outras provas intradérmicas do mesmo tipo. Considerando-se o estudo histopatológico de reação positiva com este tipo de antígeno, é possível obter uma reação positiva não específica na leitura da prova intradérmica. Esta pesquisa apresenta os resultados obtidos a partir da comparação entre o antígeno de suspensão celular e o antígeno polissacarídico, ambos obtidos a partir das mesmas amostras de Candida albicans. As diferenças observadas no estudo histopatológico de reações positivas com antígeno polissacarídico e com antígeno de suspensão celular podem explicar as diferenças observadas nas porcentagens entre reações intradérmicas positivas com o antígeno de suspensão celular (69,0%) e com o antígeno polissacarídico (61,0%), nas provas intradérmicas realizadas em 100 indivíduos. A coincidência de resultados positivos e negativos nesta pesquisa foi obtida em 82,0% dos indivíduos. A conclusão da pesquisa: é possível utilizar antígeno polissacarídico como candidina em provas de hipersensibilidade tipo tardio
Palabras llave : Candidin; Delayed hypersensitivity; Polysaccharide antigen.











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