Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
versión impresa ISSN 0037-8682
Resumen
PENARANDA-CARRILLO, Rosaura et al. Estudo radiológico do esôfago de chagásicos, em 25 anos do Projeto Mambaí. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. [online]. 2006, vol.39, n.2, pp. 152-155. ISSN 0037-8682. http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822006000200003.
Este trabalho relata os estudos do esôfago através da abreugrafia, de chagásicos do projeto Mambaí no período de 25 anos. Cada indivíduo realizou duas abreugrafias, em quatro períodos (1975-1976, 1980-1982, 1988-1991 e 1998-2000). A primeira abreugrafia foi realizada em posição obliqua anterior direita imediatamente após a ingestão de 75ml de sulfato de bário e a segunda um minuto após. Em todos os períodos foi utilizada a mesma metodologia, as abreugrafias foram lidas pelo mesmo pesquisador e os megaesôfagos foram classificadas em quatro grupos, segundo os critérios de Rezende e colaboradores. A prevalência de megaesôfago foi 5,2%; 5%; 18,6% e 13,9% em 1975-1976, 1980-1982, 1988-1991 e 1998-2000, respectivamente. A incidência de megaesôfago no período de 1975 a 2000 foi 11,5% (51/445). Durante 25 anos, 394 (84,2%) chagásicos permaneceram com o esofagograma normal, 11 (2,3%) diagnosticados com megaesôfago em 1975-1976, não progrediram, 61 (13%) que eram normais, duvidosos ou já tinham megaesôfago em 1975-1976, progrediram e 2 (0,4%) tiveram regressão do megaesôfago grupo I, diagnosticado em estudos anteriores.
Palabras llave : Doença de Chagas; Estudo longitudinal do esôfago; Esvaziamento do esôfago; Megaesôfago; Brasil.












