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Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
Print version ISSN 0037-8682
Abstract
NOGUEIRA, Maria Gorete dos Santos et al. Aspectos laboratoriais evolutivos de crianças em tratamento da paracoccidioidomicose. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. [online]. 2006, vol.39, n.5, pp. 478-483. ISSN 0037-8682. http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822006000500011.
Estudo de 38 crianças com paracoccidioidomicose, até 14 anos de idade, tratados por 24-30 meses, com um derivado sulfamídico ou cetoconazol, desde o início do tratamento ou em seguida ao uso da anfotericina B. Dados laboratoriais à admissão foram analisados e comparados com exames seqüenciais até 30 meses de acompanhamento. Anemia, eosinofilia e bilirrubinas e aminotransferases elevadas normalizaram-se, na maioria, até os três meses de tratamento e, hipoalbuminemia, até os seis meses, sugerindo que esses achados sejam bons parâmetros para o monitoramento da resposta terapêutica inicial. Leucócitos periféricos, velocidade de hemossedimentação, IgG e títulos sorológicos para o Paracoccidioides brasiliensis estavam elevados e normalizaram-se, freqüentemente, após nove a 12 meses de tratamento, o que sugere utilidade desses exames no monitoramento de todo o tratamento e enfatiza a necessidade de curso terapêutico prolongado da paracoccidioidomicose na infância.
Keywords : Paracoccidioidomicose; Criança; Seguimento de exames laboratoriais.












