Servicios Personalizados
Articulo
Indicadores
Citado por SciELO
Accesos
Links relacionados
Similares en
SciELO
Bookmark
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
versión impresa ISSN 0037-8682
Resumen
NASCIMENTO, Karynne Alves do; MIRANZI, Sybelle de Souza Castro y SCATENA, Lúcia Marina. Perfil epidemiológico da doença meningocócica, no Estado de Minas Gerais e nas regiões Centro, Norte e Triângulo Mineiro, Brasil, de 2000 a 2009. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. [online]. 2012, vol.45, n.3, pp. 334-339. ISSN 0037-8682. http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822012000300011.
INTRODUÇÃO: A infecção por Neisseria meningitidis, denominada doença meningocócica, pode causar meningite meningocócica e meningococcemia com ou sem meningite. A doença meningocócica é endêmica no Brasil; no entanto, o alto potencial de causar epidemias e letalidade elevada impõe a notificação imediata dos casos ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Brasil. O objetivo deste estudo foi descrever o perfil epidemiológico, utilizando registros de casos notificados e confirmados no Estado de Minas Gerais, Brasil, de janeiro de 2000 a dezembro de 2009, obtidos a partir da ficha individual de investigação de meningites registrada no SINAN. M ÉTODOS: Trata-se de um estudo retrospectivo, de base populacional. Foram realizadas análises descritivas dos dados, a partir das frequências simples absolutas e relativas para as variáveis categóricas da ficha de investigação e teste qui-quadrado. RESULTADOS: Houve 1.688 casos confirmados em Minas Gerais, dos quais 45,5% residiam no centro, norte e Triângulo Mineiro. As maiores frequências foram nos pacientes do grupo etário de 1 a 4 anos (26,3%), sexo masculino (54,7%), brancos (36,4%) e residiam em zona urbana (80%). Dos casos com escolaridade especificada, 650 (60,9%) casos cursaram ensino médio completo. Foram sorogrupados e classificados segundo idade e sexo 500 (29,6%) casos, e desses 285 (57%) foram sorogrupo C, 67 (13,4%) da faixa etária de 1 a 4 anos e 168 (33,6%) do sexo masculino. CONCLUSÕES: O perfil epidemiológico dos casos nas regiões centro e norte e Triângulo Mineiro não apresentaram diferenças importantes comparado ao perfil dos casos de Minas Gerais.
Palabras llave : Meningite meningocócica; Epidemiologia; Vigilância epidemiológica.












