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Revista do Hospital das Clínicas

versión On-line ISSN 1678-9903

Resumen

TANNUS, Andrea Ferreira Schuwartz et al. Gasto energético após 2 ou 3 horas de cirurgia eletiva. Rev. Hosp. Clin. [online]. 2001, vol.56, n.2, pp.37-40. ISSN 1678-9903.  http://dx.doi.org/10.1590/S0041-87812001000200001.

A resposta metabólica ao trauma cirúrgico ocorre imediatamente após a cirurgia e recomenda-se que a oferta calórica, nesta situação, seja igual ao metabolismo basal acrescido de 20-30%, considerado fator de injúria. No entanto, níveis elevados de glicemia e aumento na produção de CO2 são freqüentemente observados nestas ocasiões . OBJETIVO: O principal objetivo do presente estudo foi medir o gasto energético basal, o gasto energético imediatamente e 24 horas após cirurgia eletiva; comparar o gasto e consumo energético entre estes diferentes períodos, assim como, procurar diferenças entre o homem e a mulher. MATERIAL E MÉTODO: O método utilizado para avaliar o gasto energético de 17 pacientes adultos (8 mulheres e 9 homens) foi por meio de calorimetria indireta, nos períodos basal, imediatamente após cirurgia e 24 horas após cirurgia . O tempo cirúrgico variou entre 2 e 3 horas. Este foi um estudo pareado , sendo portanto cada paciente considerado controle de si próprio. RESULTADOS: Todos os pacientes receberam no período pós-cirúrgico solução de dextrose a 5% (2000 mL/dia).Os resultados encontrados nos homens mostraram diminuição da produção de CO2 no período imediatamente após cirurgia (257±42 mL/min) quando comparado ao gasto energético basal (306±48 mL/min) e 24horas após a cirurgia (301±45 mL/min). O mesmo não ocorreu com as mulheres. O gasto energético dos homens também foi menor no imediatamente após a cirurgia (6,6 kJ/min). Todas outras medidas, incluindo oxidação do substrato, não mostraram diferenças significativas. CONCLUSÃO: Desta maneira, a cirurgia eletiva não pode ser considerado trauma importante que resulte em aumento do gasto energético. Conclui-se que a prescrição energética no pós-cirúrgico, de cirurgias eletivas de médio e pequeno porte, seja equivalente 5-7 kJ/min, evitando desta maneira que o paciente receba sobregarca de hidratos de carbono.

Palabras clave : Energia expendida; Calorimetria indireta; Cirurgia de médio e pequeno porte eletiva; Solução de dextrose.

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