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Revista do Hospital das Clínicas

versión On-line ISSN 1678-9903

Resumen

MARIN, Marcia Lucia M. et al. Custo de medicamentos produzidos pelo Hospital Universitário, papel da Farmácia Central. Rev. Hosp. Clin. [online]. 2001, vol.56, n.2, pp.41-46. ISSN 1678-9903.  http://dx.doi.org/10.1590/S0041-87812001000200002.

A Farmácia Hospitalar em instituições avançadas e de grande porte evoluiu de uma simples unidade de armazenamento e distribuição, para um centro de manipulação altamente especializado, responsável pelo processamento de centenas de requisições clínicas, muitas delas únicas e não disponíveis de fontes comerciais. Foi perfeitamente natural portanto que em muitos ambientes, um Serviço Industrial fosse gradualmente estabelecido, visando responder a demandas tanto convencionais como extraordinárias da equipe médica. Tal foi o caso do Hospital das Clínicas, onde múltiplas categorias de fármacos são rotineiramente elaboradas nas dependências da Farmácia. Entretanto, imperativos de contenção de gastos determinam que tais atividades sejam reajuizadas sob o prisma de sua eficiência e essencialidade. MÉTODOS: Num estudo prospectivo, a produção do Serviço Industrial da Farmácia Central durante um período de 12 meses foi documentada, e classificada em três modalidades. O Grupo I abrangia medicamentos similares a outros fornecidos comercialmente, no Grupo II foram listadas formulações de composição exclusiva, e finalmente o Grupo III espelhava pedidos especiais voltados para investigações clínicas. RESULTADOS: Os achados das diversas categorias assinalaram que 34,4%, 45,3% e 20,3% dos medicamentos elaborados correspondiam a estes três grupos, respectivamente.Os custos industriais foram calculados para os fármacos do Grupo I e comparados com valores de mercado, chegando-se a uma economia de 63,5%.Quando extrapolada para os outros dois grupos, relativamente aos quais não se contava com preços comerciais diretamente equivalentes, atingiu-se uma estimativa superior a 5 100 000 dólares de economia durante um ano de operação. Mesmo levando-se em conta que tais contas deixaram de lado muitos custos, notavelmente aqueles subordinados à comercialização e distribuição, foi lícito concluir que pelo menos parte da economia citada era verdadeira. CONCLUSÕES: A economia observada, em combinação com a eficiência e confiabilidade com que a Farmácia desempenhou suas obrigações, vieram ao encontro do ponto de vista de que a manufatura interna de drogas foi uma alternativa vantajosa sob o prisma de custos, no contexto descrito.

Palabras clave : Custo; Contenção de custo; Farmácia hospitalar; Manipulação de drogas; Industrialização de drogas; Hospital Universitário.

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