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Revista da Escola de Enfermagem da USP

versão impressa ISSN 0080-6234

Resumo

BARLEM, Edison Luiz Devos et al. Vivência do sofrimento moral na enfermagem: percepção da enfermeira. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2012, vol.46, n.3, pp.681-688. ISSN 0080-6234.  http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342012000300021.

Objetivando conhecer a percepção do sofrimento moral vivenciado, relacionando frequência e intensidade, realizou-se pesquisa Survey, utilizando escala Likert variando de 0 a 6 pontos, com 124 enfermeiras em hospitais do sul do Brasil, no ano de 2008. Mediante questionário autoaplicável e análise fatorial, foram identificados e validados quatro constructos. Os resultados finais foram obtidos através de três diferentes análises: 1) estatística descritiva; 2) análises de variância 3) regressão múltipla. O constructo que apresentou maior intensidade de percepção de vivência do sofrimento moral foi a falta de competência na equipe de trabalho (4,55), seguido pela negação do papel da enfermeira como advogada do paciente (4,30), obstinação terapêutica (3,60) e desrespeito à autonomia do paciente (3,57). Em relação à percepção da frequência do sofrimento moral, destacou-se, novamente, o constructo falta de competência na equipe de trabalho (2,42), seguido da obstinação terapêutica (2,26), negação do papel da enfermeira como advogada do paciente (1,71) e desrespeito à autonomia do paciente (1,42).

Palavras-chave : Enfermagem; Ética em enfermagem; Competência profissional; Esgotamento profissional; Estresse psicológico.

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