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Revista Brasileira de Fruticultura

versão impressa ISSN 0100-2945versão On-line ISSN 1806-9967

Resumo

WILLADINO, LILIA et al. MECANISMOS DE TOLERÂNCIA À SALINIDADE EM BANANEIRA :ASPECTOS FISIOLÓGICOS, BIOQUÍMICOS E MOLECULARES. Rev. Bras. Frutic. [online]. 2017, vol.39, n.2, e-723.  Epub 22-Maio-2017. ISSN 0100-2945.  http://dx.doi.org/10.1590/0100-29452017723.

Na região Nordeste do Brasil, solos salinos são restritivos à produção de banana, tornandose necessário compreender os mecanismos de tolerância de sal. Dois genótipos de banana, Tap Maeo, tolerante, e Berlim, sensível, foram submetidos ao tratamento com 50 mol m-3 NaCl ou sem sal. Este estudo avaliou os efeitos do sal sobre os seguintes aspectos fisiológicos: área foliar, conteúdo e distribuição de Na+, integridade da membrana, atividade da AT Pase. Além disso, uma busca por genes diferencialmente expressos foi realizada usando a técnica Differential Display. O genótipo Tap Maeo apresentou a menor redução na área foliar, menor acúmulo de Na+ e malondialdeído (MDA) bem como maior atividade da H+AT Pase. Duas sequências diferencialmente expressas no genótipo tolerante (Musa 07, Musa 23) compartilham alto grau de identidade com as sequências de aminoácidos dos genes SOS1 e SOS2, respectivamente. O clone Musa 10 é muito semelhante à sequência de aminoácidos do gene da peroxidase do ascorbato, e o Musa 26 codifica a enzima aldeído betaína desidrogenase. Estes marcadores biológicos significativos indicam que a tolerância à salinidade em banana envolve pelo menos dois mecanismos simultâneos: a ativação da via SOS, aumentando a extrusão do Na+, e a ativação do sistema antioxidante, aumentando a síntese de APX e da enzima aldeído betaína desidrogenase.

Palavras-chave : área foliar; DDRT PCR; Musa; Na+; rota SOS; sistema antioxidativo.

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