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Revista Brasileira de Fruticultura

versão impressa ISSN 0100-2945versão On-line ISSN 1806-9967

Resumo

MARTIN, Mariuccia Schlichting de et al. Potencial de conservação de maçãs ‘SCS426 Venice’ submetidas a diferentes tecnologias de armazenagem. Rev. Bras. Frutic. [online]. 2018, vol.40, n.2, e-631.  Epub 09-Abr-2018. ISSN 0100-2945.  http://dx.doi.org/10.1590/0100-29452018631.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de conservação de maçãs da cultivar ‘SCS426 Venice’ submetidas a diferentes tecnologias de armazenagem. Os frutos foram colhidos em um pomar experimental localizado no município de Fraiburgo-SC, e armazenados por até oito e dez meses, nos anos de 2013 e 2014, respectivamente. As maçãs foram tratadas ou não com 1-metilciclopropeno (1-MCP) e armazenadas em atmosfera do ar (AA; 0,5±0,5 °C/UR de 85±5%) ou em atmosfera controlada (AC; 1,5 kPa O2 e 1,5 kPa CO2 a 0,7±0,5 °C/UR de 93±3%). Os frutos foram analisados a cada dois meses de armazenagem, logo após a retirada da câmara e após sete dias em condição ambiente (23±0,3 °C/UR de 68±0,6%). O armazenamento de maçãs ‘SCS426 Venice’ sob AA e sem aplicação de 1-MCP não deve estender-se além de seis meses. Nessa condição de armazenagem, as maçãs apresentam maior incidência de podridões e maiores taxas respiratória e de produção de etileno, bem como uma coloração da epiderme mais amarelada, menor firmeza de polpa e menor acidez titulável e teor de sólidos solúveis, em comparação aos frutos armazenados em AC ou em AA tratados com 1-MCP. Maçãs ‘SCS426 Venice’ podem desenvolver escurecimento de polpa e escaldadura superficial depois de longos períodos de armazenagem. Maçãs ‘SCS426 Venice’ em AA, tratadas com 1-MCP ou em AC, independentemente da aplicação de 1-MCP, apresentam potencial de armazenagem superior a oito meses, mantendo firmeza superior a 14 lb e baixo índice de distúrbios fisiológicos, mesmo após dez meses de armazenagem.

Palavras-chave : Malus domestica Borkh; Atmosfera Controlada; 1-Metilciclopropeno; Firmeza de polpa; Pós-colheita.

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