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Radiologia Brasileira

versão impressa ISSN 0100-3984

Resumo

MOURA, Marina Vimieiro Timponi de; TARANTO, Daniela Oliveira de Lima  e  GARCIA, Marcelo de Mattos. Colesteatoma: utilidade da sequência de difusão sem echo-planar. Radiol Bras [online]. 2012, vol.45, n.5, pp. 283-287. ISSN 0100-3984.  http://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842012000500010.

Colesteatomas são lesões císticas congênitas ou adquiridas que acometem as orelhas e que podem apresentar padrões típicos aos estudos de tomografia computadorizada, em função de suas características expansivas e tendência a promover erosão óssea. Entretanto, particularmente nos casos de resíduo ou recorrência pós-cirúrgica, a distinção entre colesteatoma e tecido inflamatório pode ser bastante difícil e, não raro, impossível com base somente nos achados tomográficos. A avaliação por ressonância magnética pode ser útil, particularmente neste contexto, uma vez que as sequências pós-contraste obtidas tardiamente e a difusão podem demonstrar padrões distintos nestas duas situações. Os artefatos condicionados pela interface ar/osso na região das mastoides podem limitar bastante a utilização da sequência de difusão echo-planar. A sequência de difusão sem echo-planar é uma alternativa na solução deste problema por estar menos sujeita a este tipo de artefato, fornecendo ainda imagens com maior resolução espacial e com espessuras de corte mais finas, as quais permitem a detecção de colesteatomas de pequenas dimensões.

Palavras-chave : Colesteatoma; Ressonância magnética; Difusão.

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