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Kriterion: Revista de Filosofia

Print version ISSN 0100-512XOn-line version ISSN 1981-5336

Abstract

PAIVA, Wilson Alves de. PROGRESSO E DEPRAVAÇÃO: A CULTURA COMO REMÉDIO. Kriterion [online]. 2016, vol.57, n.134, pp.421-440. ISSN 0100-512X.  http://dx.doi.org/10.1590/0100-512x2016n13403wap.

O pensamento iluminista defendia que a ciência e as artes proporcionaram o desenvolvimento da razão e a melhoria dos costumes. A posição contrária, tomada pelo filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), rendeu-lhe o prêmio da Academia de Dijon e o fez, depois da publicação de outras obras, um defensor da natureza e do homem natural. Diante da depravação dos costumes, o autor promove a própria cultura como remédio, haja vista que não se pode voltar ao estado de natureza. O conjunto de sua obra pode, dessa forma, ser considerado como uma tentativa audaciosa de Rousseau em utilizar-se das belas letras (o "Emílio" é um belo exemplo da arte literária do século XVIII) como um remédio contra os males da civilização, principalmente o afastamento do homem para com a natureza.

Keywords : Rousseau; Educação; Cultura; Iluminismo.

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