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Summa Phytopathologica

versão impressa ISSN 0100-5405versão On-line ISSN 1980-5454

Resumo

NASCIMENTO, Jefferson Fernandes do et al. Resistência do algodoeiro a ramulose e variabilidade de Colletotrichum gossypii f. sp. cephalosporioides. Summa phytopathol. [online]. 2006, vol.32, n.1, pp.9-15. ISSN 0100-5405.  https://doi.org/10.1590/S0100-54052006000100001.

A resistência de quatro cultivares e 21 linhagens de algodão a ramulose (Colletotrichum gossypii f. sp. cephalosporioides ) foi avaliada em condições de campo, sob infecção natural, em látice quadrado de 5 x 5 com três repetições, em área onde a doença ocorre endemicamente. As linhagens CNPA 94-101 e CNPA precoce 2 foram empregadas como padrão de suscetibilidade e resistência, respectivamente. Na avaliação empregou-se a incidência (Inc.) e a severidade (notas de um a nove) a qual serviu de base para o cálculo do índice de doença (ID) e a área abaixo da curva do progresso da ramulose (AACPD). O índice de doença variou de 20,0 a 57,1 e a AACPD de 567 a 1627. Os resultados permitiram separar os genótipos em dois grupos dintintos: um formado por duas cultivares e nove linhagens suscetíveis e o outro formado por uma cultivar e doze linhagens resistentes. O índice de doença mostrou crescimento linear em função do tempo para os 25 genótipos estudados. A linhagem (CNPA 94-01-padrão de suscetibilidade) apresentou Inc-83,4, ID-57,1 e AACPD-1627,7; a linhagem CNPA 96-08 apresentou Inc- 37,8, ID-20,0 e AACPD-567,7 a mais resistente. Dentre as cultivares comerciais a IAC 22 foi a mais suscetível, com Inc-69,3, ID-47,3 e AACPD-1322,7. A cultivar resistente padrão apresentou: Inc-45,1, ID-28,9 e AACPD-824,1. Para o estudo da variabilidade de C. gossypii f. sp. cephalosporioides empregou-se dez isolados do patógeno na concentração de 105 conídios/mL e nove genótipos de algodoeiro. Adotou-se delineamento em blocos ao acaso com três repetições em esquema fatorial de 9 x 10. A avaliação foi feita trinta dias após a inoculação das plantas, empregando-se uma escala de notas de um a cinco. Calculou-se o ID para se expressar a virulência dos isolados. O isolado MTRM 14 de Mato Grosso teve baixa virulência e o isolado RAV 20 de Minas Gerais foi o mais virulento, com ID 6,3 e 46,7, respectivamente. A linhagem HR e a cultivar Antares foram as mais resistentes com ID 18,3 e 19,1, respectivamente. Mediante análise de agrupamento foi possível separar os isolados em dois grupos: virulentos e de baixa virulência.

Palavras-chave : Gossypium spp.; virulência.

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