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Summa Phytopathologica

versão impressa ISSN 0100-5405versão On-line ISSN 1980-5454

Resumo

MARTINS, Marlon Vagner Valentim et al. Progresso do oídio em função da fenologia do cajueiro. Summa phytopathol. [online]. 2018, vol.44, n.2, pp.178-184. ISSN 0100-5405.  https://doi.org/10.1590/0100-5405/170270.

O oídio (Pseudoidium anacardii) reduz quantitativa e qualitativamente a produção do cajueiro em diferentes regiões do Brasil. Severas epidemias ocorrem com frequência, iniciando-se durante a floração e se estendendo até o final do ciclo de produção da planta. O progresso da doença está relacionado à densidade de inóculo na área com cajueiros, aos fatores ambientais e à suscetibilidade dos órgãos para a infecção. Face a inexistência de informações sobre a epidemiologia dessa doença, objetivou-se caracterizar o progresso do oídio do cajueiro-anão em função da fenologia da planta. Foram aplicados seis tratamentos correspondentes aos períodos de proteção fenológica, com a aplicação de fungicida à base de enxofre, para quantificar a severidade do oídio nas panículas em duas floradas sucessivas. A partir dos dados coletados, foram geradas curvas de progresso da doença ajustadas a modelos lineares. O modelo Monomolecular foi o que melhor se ajustou às curvas de progresso do oídio nas panículas nas épocas I e II na ausência de proteção com enxofre. No modelo Monomolecular as taxas de progresso do oídio foram maiores na época I em relação à época II. Por outro lado, o modelo Logístico apresentou o melhor ajuste quando se introduziu o enxofre para proteger as panículas e reduzir a epidemia. Para maiores períodos de proteção, não foi possível ajustes de modelos em função da baixa severidade do oídio. É possível utilizar o modelo Monomolecular para estimar a taxa de doença e, o atraso do início da epidemia está diretamente relacionado ao aumento da proteção das panículas.

Palavras-chave : Anacardium occidentale; Pseudoidium anacardii; modelos epidemiológicos.

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