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Horticultura Brasileira

Print version ISSN 0102-0536

Abstract

BRANCO, Marina Castelo. Avaliação da eficiência de formulações de Bacillus thuringiensis para o controle de traça-das-crucíferas em repolho no Distrito Federal. Hortic. Bras. [online]. 1999, vol.17, n.3, pp. 237-239. ISSN 0102-0536.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05361999000300013.

A traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) é a praga mais importante do repolho no Distrito Federal. Seu controle é feito basicamente com inseticidas. Novos produtos são constantemente avaliados para o controle da praga e neste trabalho duas novas formulações de Bacillus thuringiensis [Bacillus thuringiensis var. aizawai (350 e 500 g/ha)e B. thuringiensis var. kurstaki x B. thuringiensis var. aizawai (350 e 500 ml/ha)] foram avaliadas no período de maio a outubro de 1995. Os tratamentos B. thuringiensis var. kurstaki (500 ml/ha), deltametrina (240 ml/ha) e uma testemunha sem pulverização foram também incluídos no experimento. O delineamento foi blocos ao acaso, com sete tratamentos e quatro repetições. Os resultados mostraram que B. thuringiensis var. aizawai nas duas dosagens avaliadas e B. thuringiensis var. kurstaki x B. thuringiensis var. aizawai (500 ml/ha) foram os produtos mais eficientes. Ao final do experimento larvas e pupas de traça-das-crucíferas foram coletadas no campo e a primeira geração foi submetida a um teste de laboratório onde discos de folhas de repolho foram tratados com as dosagens dos inseticidas a base de B. thuringiensis utilizadas no campo. Larvas de segundo estádio foram colocadas sobre os discos tratados e a mortalidade de larvas avaliada após 72 h. Todos os tratamentos causaram mais de 97% de mortalidade de larvas. O resultado do teste de laboratório sugere que a menor eficiência de B. thuringiensis var. kurstaki x B. thuringiensis var. aizawai (350 ml/ha) e B. thuringiensis var. kurstaki (500 ml/ha) no teste de campo quando comparada aos demais Bacillus, pode ser devido à mais rápida degradação destes produtos no ambiente.

Keywords : Brassica oleracea var. capitata; controle químico; traça-das-crucíferas; Plutella xylostella; Bacillus thuringiensis.

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