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Horticultura Brasileira

versão impressa ISSN 0102-0536

Resumo

MARCUZZO, Leandro L; DUARTE, Tatiana S; HILLESHEIN, Patrícia C  e  SCHEIDT, Bruno T. Reação de genótipos de beterraba à cercosporiose na região do Alto Vale do Itajaí. Hortic. Bras. [online]. 2015, vol.33, n.1, pp.106-109. ISSN 0102-0536.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-053620150000100017.

Na região do Alto Vale do Itajaí-SC, os agricultores familiares cultivam a beterraba (Beta vulgaris) em conjunto com outros produtos como, por exemplo, a cebola. Porém, algumas doenças, entre elas a cercosporiose (Cercospora beticola), têm comprometido o sucesso da lavoura de beterraba em decorrência da severa incidência foliar. O objetivo deste trabalho foi avaliar a reação das cultivares de beterraba All Green, Stays Green, Early Wonder, Cabernet, Boro, Modana e Itapuã à cercosporiose nas condições da região, no período de primavera/verão. Dois experimentos, com intervalos de 30 dias entre semeaduras, foram conduzidos na EPAGRI, Estação Experimental de Ituporanga. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, com quatro repetições e parcelas de 2,25 m². A severidade da doença foi avaliada semanalmente em dez plantas tomadas ao acaso, previamente demarcadas, utilizando-se uma escala diagramática de notas. As avaliações foram integralizadas em uma área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Para avaliação da produtividade foram utilizadas as mesmas plantas, convertendo-se os dados para t/ha. Os dados de AACPD e produtividade foram submetidos à análise de variância (teste de F, 5% de probabilidade) e as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de agrupamento de Scott-Knott (5% de probabilidade). Não houve diferenças significativas entre cultivares para reação à doença e produtividade em nenhuma das duas épocas de semeadura. Em ambos os experimentos, a cultivar All Green apresentou o valor mais alto de severidade na última avaliação, 18,46 e 19,84% respectivamente na primeira e segunda época de semeadura, enquanto o híbrido Boro (17,79%) no primeiro experimento, e os materiais Stays Green e Cabernet (18,04%) no segundo, registraram os valores mais baixos. Concluiu-se que todos os genótipos foram suscetíveis à cercosporiose nas condições de primavera/verão do Alto Vale do Itajaí-SC.

Palavras-chave : Beta vulgaris; Cercospora beticola; cultivares; resistência; severidade de doença..

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