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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935

Resumo

PACIULLO, D.S.C.; DERESZ, F.; LOPES, F.C.F.  e  VERNEQUE, R.S.. Disponibilidade de matéria seca, composição química e consumo de forragem em pastagem de capim-elefante nas estações do ano. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. [online]. 2008, vol.60, n.4, pp. 904-910. ISSN 0102-0935.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352008000400020.

Em pastagem de capim-elefante cv. Napier (Pennisetum purpureum Schum.) foram avaliadas, no período de fevereiro/1999 a novembro/2001, a disponibilidade de matéria seca (MS) acima da altura de resíduo pós-pastejo, a composição química, a digestibilidade in vitro da MS (DIVMS) e o consumo de forragem por vacas Holandês x Zebu lactantes, durante as estações do ano. Adotou-se o regime de lotação rotacionada, com três dias de ocupação e 30 de descanso dos piquetes. Estimativas da disponibilidade de forragem e da composição química foram realizadas mensalmente, enquanto o consumo, em dez ocasiões do período experimental. Durante a seca, as vacas receberam silagem de milho no período entre as ordenhas. A maior disponibilidade de MS de capim-elefante foi estimada em dezembro (3.402kg/ha). Entre maio e setembro, estimaram-se valores de 558 e 1.122kg/ha, evidenciando a acentuada estacionalidade na produção de forragem. Os teores de proteína bruta (PB) e a DIVMS do pasto não diferiram entre as estações do verão, outono e primavera, mas foram menores no inverno. Os teores de fibra em detergente neutro foram menores no verão, outono e primavera, quando comparados ao valor obtido no inverno. O consumo de capim-elefante foi maior no verão, outono e primavera e menor no inverno, em decorrência da baixa quantidade de forragem na pastagem. Entretanto, o consumo de MS total não diferiu entre as estações do ano, devido à suplementação com silagem de milho.

Palavras-chave : capim-elefante; composição química; digestibilidade; ingestão; matéria seca; pastejo simulado.

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