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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935

Resumo

CARVALHO, G.G.P. et al. Composição química e digestibilidade da matéria seca do bagaço de cana-de-açúcar tratado com óxido de cálcio. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. [online]. 2009, vol.61, n.6, pp. 1346-1352. ISSN 0102-0935.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352009000600014.

Avaliaram-se a composição química e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) do bagaço de cana-de-açúcar hidrolisado com óxido de cálcio em dois períodos. As doses de óxido de cálcio aplicadas ao bagaço foram 0; 1,25; 2,5 e 3,75% (na base da MS) e os períodos de tratamento, 12 e 36 horas. O teor de matéria seca (MS) do bagaço de cana foi maior quando hidrolisado por 36 horas. O valor médio da proteína bruta foi de 2,4% e não foi influenciado pelo período, pela dose de óxido de cálcio nem pela interação período × dose de óxido de cálcio. Os teores de fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, celulose e lignina diminuíram linearmente com a adição de óxido de cálcio. A digestibilidade in vitro da matéria seca, no entanto, aumentou 1,2% a cada unidade de óxido de cálcio adicionada ao bagaço da cana-de-açúcar. O tratamento com óxido de cálcio por 12 ou 36 horas melhora o valor nutritivo do bagaço de cana-de-açúcar.

Palavras-chave : bagaço; cana-de-açúcar; parede celular; tratamento químico; valor nutritivo.

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