SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.29 issue3BRAZILIAN CONSENSUS FOR MULTIMODAL TREATMENT OF COLORECTAL LIVER METASTASES. MODULE 3: CONTROVERSIES AND UNRESECTABLE METASTASESESTIMATING BASAL ENERGY EXPENDITURE IN LIVER TRANSPLANT RECIPIENTS: THE VALUE OF THE HARRIS-BENEDICT EQUATION author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (São Paulo)

Print version ISSN 0102-6720On-line version ISSN 2317-6326

Abstract

AMICO, Enio Campos et al. COMPLICAÇÕES IMEDIATAS APÓS 88 HEPATECTOMIAS - SÉRIE CONSECUTIVA BRASILEIRA. ABCD, arq. bras. cir. dig. [online]. 2016, vol.29, n.3, pp.180-184. ISSN 0102-6720.  http://dx.doi.org/10.1590/0102-6720201600030012.

Racional:

No Brasil as hepatectomias têm sido cada vez mais indicadas e realizadas, apresentando grandes diferenças relacionadas às complicações imediatas.

Objetivo:

Avaliar as complicações pós-operatórias imediatas em uma série de 88 ressecções hepáticas abertas.

Método:

Foi utilizada uma base de dados prospectiva de pacientes submetidos à hepatectomias consecutivas em nove anos. As complicações pós-hepatectomia seguiram a Classificação de Clavien-Dindo, sendo consideradas complicações maiores aquelas as quais apresentaram grau igual ou maior que 3. Foram consideradas hepatectomias maiores as ressecções hepáticas que envolveram três ou mais segmentos hepáticos ressecados.

Resultados:

Oitenta e quatro pacientes foram submetidos a 88 hepatectomias, sendo a maioria ressecções hepáticas menores (50 casos; 56,8%). A maior parte dos pacientes apresentou doença maligna (63 casos; 71,6%). O tempo médio de internação foi de 10,9 dias (4-43). A taxa de morbidade e mortalidade global foi, respectivamente, de 37,5% e 6,8%. As duas complicações gerais imediatas mais frequentes foram as coleções intraperitoneais (12,5%) e o derrame pleural (12,5%). Já as complicações específicas das hepatectomias - sangramento, fístula biliar e insuficiência hepática - foram respectivamente de 6,8%, 4,5% e 1,1% dos casos.

Conclusão:

Os pacientes operados na segunda metade da presente casuística tiveram melhores resultados influenciados, aparentemente, pela maior experiência cirúrgica, modificação do método de secção do parênquima hepático e maior preservação do fígado.

Keywords : Hepatectomia; Complicações pós-operatórias; Morbidade; Mortalidade.

        · abstract in English     · text in English | Portuguese     · English ( pdf ) | Portuguese ( pdf )