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Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular

versão impressa ISSN 0102-7638

Resumo

MANRIQUE, Ricardo  e  CARVALHO, Eliete C. Imunocitomonitorização em pacientes transplantados cardíacos. Rev Bras Cir Cardiovasc [online]. 1990, vol.5, n.1, pp. 54-60. ISSN 0102-7638.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-76381990000100007.

A técnica de Imunocitomonitorização (CIM - Cytologrcal and Immunologic Monitoring), fundamenta-se na avaliação de mudanças nas subpopulações de linfócitos e seus precursores celulares, durante o processo rejeição aguda. O método avalia a ativação precoce pela contagem do número de: linfócitos ativados, linfoblastos e prolinfócitos (aqui chamados em conjunto de linfócitos ativos), quando esses se apresentam acima do limite superior normal. Utilizamos essa técnica para seguimento e controle da atividade da imunologia celular em 9 pacientes transplantados cardíacos. Também foram submetidos ao CIM para verificar a faixa de normalidade de ativação linfocítica 20 voluntários normais e cinco pacientes candidatos ao transplante cardíaco. Ambos os grupos não tinham antecedentes de quadro de infecção ou alteração imunológica. Para obtenção do controle positivo, testamos 10 pacientes com infecção bacteriana ou virai, previamente diagnosticados por exames bacterianos e/ou sorológicos. Foram observados valores de 1,8% de linfócitos ativos nos indivíduos normais e 3,2% nos candidatos ao transplante cardíaco. Dos 63 testes realizados nos transplantados cardíacos, quatro deles se mostraram positivos, onde três desses tratavam-se de casos de infecção e um confirmado como processo de rejeição aguda em evolução. O tempo médio necessário para a realização da CIM foi de aproximadamente duas horas. A técnica utiliza mostrou-se valiosa no reconhecimento imunológico dos pacientes transplantados cardíacos, pela sua sensibilidade diagnostica, baixo custo e rapidez.

Palavras-chave : imunocitomonitorização em transplante cardíaco; transplante cardíaco [humano]; transplante cardíaco [imunocitomonitorização].

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