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vol.22 número6Respostas astrocitárias na medula espinal do rato submetido ao esmagamento duplo do nervo ciático e tratado com injeção local de suspensão de células de Schwann cultivadas ou de extrato de medula espinal lesada: implicações na terapia celular para o reparo do nervoConsiderações que podem influir no resultado de pesquisas que avaliam a resistência tênsil em cirurgia experimental índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
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Acta Cirurgica Brasileira

versão impressa ISSN 0102-8650versão On-line ISSN 1678-2674

Resumo

BRITO, Nara Macedo Botelho et al. Modelo experimental de Tumor de Walker 256 em vagina e colo de útero de ratas. Acta Cir. Bras. [online]. 2007, vol.22, n.6, pp.495-498. ISSN 0102-8650.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-86502007000600014.

OBJETIVO: Estabelecer um modelo de inoculação de Tumor de Walker 256 em vagina e colo de útero de ratas. MÉTODOS: Foram utilizadas 15 ratas fêmeas, virgens, adultas, pesando entre 200-250g, distribuídas em três grupos de estudo com cinco animais cada: grupo A (GA): ratas com tumor de Walker 256 em concentração de 4x106 sem ácido acético; grupo B (GB): ratas com tumor de Walker 256 em concentração de 2x106 células com ácido acético; grupo C (GC): ratas com tumor de Walker 256 em concentração de 4x106 células com ácido acético. No dia anterior à inoculação do tumor, foi realizada a inoculação de 0,3 ml de ácido acético a 10% na vagina das ratas de GB e GC; no dia seguinte, tanto estas como as ratas do grupo GA foram anestesiadas, feita a escarificação da parede vaginal com uma escova de endocérvice e inoculado 0,3ml de tumor na concentração de 4x106 células nos grupos GA e GC e 2x106 células no grupo GB. Após 12 dias, foi realizada a eutanásia e removido o tumor em bloco com vagina e cornos uterinos para análise, sendo pesado e averiguado seu volume e calculado as relações entre o seu peso e o peso final da rata e o seu volume e o peso final da rata. Os dados foram colhidos e submetidos à análise estatística pelo método ANOVA (um critério). RESULTADOS: A pega em GB e GC foi 100% e em GA 20%. Não houve diferença estatística entre as médias obtidas entre GB e GC. CONCLUSÃO: De acordo com a metodologia utilizada, o modelo de tumor de Walker 256 na vagina apresenta pega de 100% quando associado a ácido acético e não há diferença de comportamento com a inoculação de 4x106ou 2x106 células.

Palavras-chave : Carcinoma 256 de Walker; Colo do útero; Vagina; Modelos animais de doenças; Ratos.

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