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Revista Paulista de Pediatria

Print version ISSN 0103-0582On-line version ISSN 1984-0462

Abstract

BARBETA, Camila Justino de Oliveira et al. MASSA ÓSSEA POR ULTRASSONOGRAFIA QUANTITATIVA DE FALANGES EM JOVENS PRATICANTES DE KARATÊ. Rev. paul. pediatr. [online]. 2017, vol.35, n.4, pp.436-442.  Epub Sep 21, 2017. ISSN 0103-0582.  https://doi.org/10.1590/1984-0462/;2017;35;4;00003.

Objetivo:

Avaliar a massa óssea pela ultrassonografia quantitativa de falanges em jovens praticantes de karatê em relação a um grupo controle.

Métodos:

Amostra constituída por 162 praticantes de karatê (52 meninas) e 326 controles escolares (110 meninas) saudáveis, de 6 a 16 anos de idade, do oeste do Paraná. Foram avaliados peso, estatura, índice de massa corporal (IMC), Amplitude Dependent Speed of Sound (AD-SoS) e Bone Time Transmission (BTT), e os valores de IMC, AD-SoS e BTT transformados em escore Z. Aplicaram-se testes de Mann-Whitney, qui-quadrado ou Exato de Fisher e regressão linear múltipla, sendo significante p≤0,05.

Resultados:

Para ambos os sexos, os praticantes de karatê apresentaram valores superiores do escore Z do BTT comparados aos controles. Quanto à AD-SoS, as meninas do grupo de controle apresentaram valor absoluto e de escore Z superiores aos apresentados pelas praticantes de karatê do mesmo sexo. Ao avaliar a frequência relativa e absoluta de acordo com o escore Z do BTT em ambos os grupos, os meninos praticantes de karatê apresentaram maior frequência de massa óssea adequada. Nas meninas praticantes de karatê, a idade apresentou poder de explicação de 42% na variação da AD-SoS e o peso de 45% na variação do BTT. Nos meninos praticantes de karatê, a idade apresentou poder de explicação de 26% na variação da AD-SoS e a estatura 36% na variação do BTT.

Conclusões:

Nesse grupo de crianças e adolescentes, independentemente do sexo, os praticantes de karatê apresentaram maior massa óssea em relação ao grupo controle, sendo o BTT mais sensível para essa avaliação.

Keywords : Crianças; Adolescentes; IMC; Falanges dos dedos da mão; Ultrassonografia; Densidade óssea.

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