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Estudos Avançados

versão impressa ISSN 0103-4014versão On-line ISSN 1806-9592

Resumo

PUCHEU, ALBERTO. Manoel de Barros: em que acreditar senão no riso?. Estud. av. [online]. 2015, vol.29, n.85, pp.281-293. ISSN 0103-4014.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142015008500018.

A poesia de Manoel de Barros toma como uma de suas forças "esses começos de coisas/ indistinta". Ao dizer que queria apenas se ser nas coisas, ele designa o poeta enquanto "o aparelho de ser inútil", alguém que, através de um trabalho de desregramento do corpo, criando "inutensílios", é colocado em fusão com as coisas e em desobediência intensiva dos sentidos da língua. Esta desobediência atua diretamente na reconstrução material da frase que, perturbando a ordem, busca dizer o inominado, o larval, os ínfimos das coisas, as pré- ou antecoisas e o inominado da linguagem.

Palavras-chave : Manoel de Barros; Poesia; Aparelho de ser inútil; Inutensílio; Riso..

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