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Journal of the Brazilian Chemical Society

Print version ISSN 0103-5053

Abstract

NUNEZ-SELLES, Alberto J.. Antioxidant therapy: myth or reality?. J. Braz. Chem. Soc. [online]. 2005, vol.16, n.4, pp. 699-710. ISSN 0103-5053.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-50532005000500004.

Termos novos, tais como stress oxidativo, produtos anti-oxidantes ou risco pro-oxidante, estão se tornando mais comuns, e o aumento no número de conferências científicas internacionais e a publicação de milhares de artigos científicos é uma indicação do crescente interesse no assunto. O exemplo mais conhecido é o Paradoxo Francês, baseado na aparente compatibilidade de uma dieta rica em gordura com a baixa incidência de arteriosclerose coronária atribuída ao consumo regular, pelos franceses, de vinho tinto ou suco de uva. Flavonoides, e outras substâncias fenólicas encontradas no vinho tinto, são indicadas como anti-oxidantes, o que diminui a oxidação de lipoproteínas de baixa densidade, conseqüentemente diminuindo o risco de doenças artereogenicas. Outros exemplos são, o processo de envelhecimento e sua correlação com o aumento de radicais livres, e a relação entre início e promoção do câncer e alteração nos tecidos provocadas por radicais livres, o que induz a ingestão de produtos anti-oxidantes como um fator químico que previna a instalação de doenças. Atualmente, a incidência do stress oxidativo na aquisição e progresso de mais de 100 doenças tem sido sugerida por diversos cientistas.Todas essas "evidências reais", que por outro lado não possuem maiores evidências clínicas, são consideradas tanto por médicos como por organismos reguladores da saúde, como "mitos" ou de importância "secundária". Numa tentativa de destruir tais mitos, resultados de pesquisas químicas, pré-clínicas e trabalhos clínicos com o estrato puro das cascas de tronco de mangueira (Mangifera indica L.), desenvolvida em Cuba, foram revistos, com fortes evidências experimentais de suas propriedades antioxidantes, antiinflamatórias e imunomodulatórias.

Keywords : Mangifera indica L.; volatile and non-volatile components; elemental quantitative analysis; antioxidant activity; anti-inflammatory activity; analgesic activity; immunomodulatory activity; clinical trial.

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