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Revista Brasileira de Terapia Intensiva

Print version ISSN 0103-507XOn-line version ISSN 1982-4335

Abstract

AZEVEDO, Zina Maria Almeida de et al. Associação entre ângulo de fase, PRISM I e gravidade da sepse. Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2007, vol.19, n.3, pp.297-303. ISSN 0103-507X.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2007000300005.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Ângulo de fase (AF) é a diferença entre a voltagem e a corrente e pode ser usado como indicador de massa celular corporal. Estudos clínicos mostram que baixos AF estão associados com morbidade e mortalidade em pacientes críticos. O objetivo deste estudo foi conhecer a relação entre AF e o escore pediátrico de risco de mortalidade (PRISM I) em pacientes pediátricos sépticos críticos, associando esse indicador c om a gravidade da sepse. MÉTODO: Estudo transversal realizado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Instituto Fernandes Figueira. Os pacientes foram caracterizados de acordo com faixa etária, sexo, gravidade da sepse, etiologia da insuficiência respiratória, escore de PRISM I, grau de disfunção de múltiplos órgãos e sistemas (DMOS). A análise de bioimpedância elétrica (BIA) foi realizada em todos os pacientes e, através da razão dos valores de reactância (Xc) e resistência (R), foi calculado o AF (AF = arco-tangente da reactância/resistência x 180º /Pi). RESULTADOS: Foram avaliados 75 pacientes, sendo 68 (90,7%) com sepse. A incidência de choque séptico foi 39,7%, sepse grave 42,6% e sepse 17,6%. Não houve diferença estatística significativa entre as médias de ângulo de fase e as categorias de PRISM I, porém observou-se uma relação inversa entre os valores de AF e as categorias de PRISM I, DMOS e tempo de internação. Os valores mais baixos de AF (1,5º-2,2º) foram observados no maior escore de PRISM I (> 30 %). CONCLUSÕES: Os pacientes pediátricos críticos apresentaram baixos valores de angulo de fase, portanto deve ter a sua importância prognóstica estudada.

Keywords : ângulo de fase; escore prognóstico; impedância elétrica; PRISM I; UTI pediátrica.

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