Services on Demand
Article
Indicators
Related links
Bookmark
Scientia Agricola
Print version ISSN 0103-9016
Abstract
RIBEIRO, M.A.A.; REGITANO-D'ARCE, M.A.B.; LIMA, U.A. and BAGGIO, C.E.. Armazenamento da castanha do pará com e sem casca: efeito da temperatura na resistência ao ranço. Sci. agric. (Piracicaba, Braz.) [online]. 1993, vol.50, n.3, pp. 343-348. ISSN 0103-9016. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161993000300004.
O presente trabalho visou ao estudo do comportamento da fração lipídica de castanhas do Pará em casca e descascadas, conservadas por 4 meses em sacos de papel Kraft, nas seguintes condições: ao ambiente, a 2°C e -15°C. Nas castanhas em casca, mantidas ao ambiente, a formação de peróxidos somente ocorreu a partir do 2° mês, alcançando o valor de 0,16 meq O2/kg de óleo. Dentro do mesmo período, a 2°C e -15°C, isto ocorreu de forma mais lenta, chegando a 0,10 meq O2/kg, nos dois tratamentos. As castanhas descascadas apresentaram, no início, 9,18 meq O2/Kg de índice de peróxido e l mg KOH/g de óleo de índice de acidez. Após 4 meses ao ambiente, o índice de peróxido chegou a 23,3 meq O2/Kg e a acidez a 2 mg KOH/g, com redução do índice de iodo. Para as castanhas a 2°C, os índices se mantiveram estáveis, enquanto que, para aquelas a -15°C, ocorreu redução no índice de peróxido, no 1° mês para 7,5 meq O2/Kg de amostra, mantido até o final do experimento. Os índices de iodo e de acidez se mantiveram estáveis e o exame espectrofotométrico na faixa ultravioleta confirmaram estes dados. De uma maneira geral, observou-se que o abaixamento da temperatura de armazenamento contribuiu para aumentar o tempo de conservação das castanhas, que será ainda maior se forem armazenadas em casca.
Keywords : castanha do Pará; armazenamento; temperatura de armazenamento; ranço; óleo.












