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vol.28 número especialEXPLORANDO A PERCEPÇÃO DOS ADOLESCENTES SOBRE DANOS E BENEFÍCIOS ASSOCIADOS AO USO DE MACONHA EM TRINIDAD E TOBAGOPERCEPÇÃO DE DANOS E BENEFÍCIOS DA MACONHA E SUA RELAÇÃO COM A INTENÇÃO DE USO E CONSUMO EM ADOLESCENTES COLOMBIANOS índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
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Texto & Contexto - Enfermagem

versão impressa ISSN 0104-0707versão On-line ISSN 1980-265X

Resumo

CONCEICAO, Maria Inês Gandolfo  e  VENTURA, Carla Arena. PERCEPÇÃO DE RISCOS E BENEFÍCIOS ASSOCIADOS AO USO DE MACONHA ENTRE ESTUDANTES DE BRASÍLIA, BRASIL. Texto contexto - enferm. [online]. 2019, vol.28, n.spe, e146.  Epub 15-Ago-2019. ISSN 1980-265X.  https://doi.org/10.1590/1980-265x-tce-cicad-14-6.

Objetivos:

analisar a percepção de daos e benefícios da maconha, e essa associação com seu uso, entre estudantes de escolas públicas brasilienses do ensino médio, com idades entre 15 e 17 anos, assim como analisar a intenção desses adolescentes de usar maconha no contexto hipotético de mudanças regulatórias no país.

Método:

estudo transversal quantitativo em que participaram 268 estudantes, com idade entre 15 a 17 anos. Os instrumentos de coleta de dados foram: Inter-American Drug Use Data System Secondary Students School Survey; Monitoring the Future; Benthin Risk Perception Measure; e um item sobre intenção de usar maconha no contexto de mudanças regulatórias. A análise dos dados deu-se por meio de estatística descritiva e inferencial.

Resultados:

dos estudandes, 23,5% usaram maconha. A média de início do uso foi 14 anos (DP=1,802); 56,3% percebem grande risco de usar maconha regularmente, 58,6% consideram que o risco é maior do que o benefício; e a maioria não tem intenção de usar maconha.

Conclusão:

As estratégias de prevenção com foco exclusivo nos efeitos nocivos das drogas não são eficazes, sendo que uma abordagem mais realista e com foco na promoção da saúde tem mais chance de encontrar resultados positivos. Conclusão: A intenção de uso da maconha em caso de mudança regulatória mostrou que o cenário não mudaria muito, pois a proporção dos que a usariam é muito semelhante à daquela que já fez uso da droga.

Palavras-chave : cannabis; Comportamento do adolescente; Fatores de risco; Regulação governamental; Drogas ilícitas.

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