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Anais Brasileiros de Dermatologia
versão impressa ISSN 0365-0596
Resumo
PASSOS, Leny et al. Síndrome de restauração imune associada à histoplasmose. An. Bras. Dermatol. [online]. 2011, vol.86, n.4, suppl.1, pp. 168-172. ISSN 0365-0596. http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962011000700044.
Paciente masculino, 27 anos, portador de HIV, com quadro de histoplasmose cutânea disseminada. Terapia antirretroviral oral e anfotericina B por via EV (dose total acumulada 0,5g) foram introduzidas, verificando-se rápida cicatrização das lesões após duas semanas. A anfotericina B foi substituída por itraconazol (200mg/dia). O paciente interrompeu voluntariamente os tratamentos. A terapia antirretroviral foi reintroduzida, havendo aumento da contagem de células T CD4-positivas (No restante do texto, a autora usa o símbolo "+" (T CD4+) ao invés da palavra "positiva". O que fazer neste caso? Seguimos o padrão do restante do texto ou acatamos essa opção da autora no resumo?!). Neste momento, diagnosticou-se histoplasmose ganglionar. O aumento da contagem de células T CD4-positivas (de novo aqui), associado à redução da carga viral a níveis inferiores ao limite de detecção após a reintrodução da terapia antirretroviral, sugere que essa piora clínica paradoxal seja uma síndrome de restauração imune
Palavras-chave : Histoplasma; Histoplasmose; Reação em cadeia da polimerase.












