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Anais Brasileiros de Dermatologia

Print version ISSN 0365-0596

Abstract

COMPARIN, Cristiane et al. Tratamento da necrólise epidérmica tóxica com imunoglobulina endovenosa: uma série de três casos. An. Bras. Dermatol. [online]. 2012, vol.87, n.3, pp. 477-481. ISSN 0365-0596.  http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962012000300022.

A Síndrome de Stevens-Johnson e a Necrólise Epidérmica Tóxica são dermatoses graves, que levam à apoptose dos queratinócitos induzida pela interação entre Fas (receptor de morte celular) e Fasligante solúvel, presente no soro de pacientes com Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica. Anticorpos anti-Fas contidos na imunoglobulina endovenosa podem bloquear esta cascata apoptótica. Três casos de Necrólise Epidérmica Tóxica são descritos, ocorrendo após uso de alopurinol, diclofenaco e poliquimioterapia para hanseníase concomitante com dipirona. Os três casos foram tratados com imunoglobulina endovenosa 2-3 mg/kg, divididos em 4 ou 5 dias e prednisona 20-50 mg/dia. A interrupção no surgimento de novas lesões e a repitelização foram extremamente rápidas, sem ocorrência de efeitos adversos. Estudos controlados são necessários para confirmar a eficácia da imunoglobulina endovenosa na Síndrome de Stevens-Johnson e Necrólise Epidérmica Tóxica, porém, seus resultados parecem ser promissores.

Keywords : erupção por droga; imunoglobulinas intravenosas; necrólise epidérmica tóxica; proteína ligante fas.

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