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Psicologia em Estudo

versão impressa ISSN 1413-7372

Resumo

FREITAS-SILVA, Luna Rodrigues  e  ORTEGA, Francisco. INTERVENÇÃO PRECOCE NA PSICOSE: DE ESTRATÉGIA CLÍNICA A POSSÍVEL CATEGORIA DIAGNÓSTICA. Psicol. estud. [online]. 2014, vol.19, n.4, pp.729-739. ISSN 1413-7372.  http://dx.doi.org/10.1590/1413-73722440414.

No campo psiquiátrico, as possibilidades de prevenir o risco de desenvolver transtornos mentais começam a reunir interesse, motivar pesquisas e provocar controvérsias. Entre as diversas investigações sobre risco e categorias psiquiátricas que vêm sendo conduzidas no cenário internacional destacam-se as propostas destinadas a detectar e intervir precocemente no desenvolvimento da psicose. Os programas de detecção precoce da psicose têm como objetivo atingir duas categorias de pacientes: os que vivem o primeiro surto psicótico e aqueles considerados em estado mental de risco ou pré-psicóticos. Apesar da controvérsia em torno do estado mental de risco, com a elaboração de uma nova versão do DSM aventou-se a possibilidade de criar uma categoria específica que identificasse o risco para a psicose. Neste artigo analisamos as propostas de intervenção precoce na psicose de estratégia clínica dividindo essa análise em três etapas: 1- a do surgimento das ações no contexto de refinamento da clínica do primeiro surto; 2- a da sistematização controversa da noção de estado mental de risco; 3- a da formalização da proposta de nova categoria diagnóstica durante a elaboração do DMS-5.

Palavras-chave : Intervenção precoce; psicose; psiquiatria.

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