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Revista Brasileira de Plantas Medicinais

versão impressa ISSN 1516-0572

Resumo

VIEIRA, M.C. et al. Nitrogênio e fósforo no desenvolvimento inicial da guavira [Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg] cultivada em vasos. Rev. bras. plantas med. [online]. 2011, vol.13, n.spe, pp.542-549. ISSN 1516-0572.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-05722011000500007.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o desenvolvimento inicial da guavira (Campomanesia adamantium) cultivada sob diferentes doses de fósforo e nitrogênio. O experimento foi realizado em casa de vegetação, da Universidade Federal da Grande Dourados, em Dourados-MS. Foram estudadas cinco doses de fósforo (20, 120, 200, 280 e 380 kg ha-1), na forma de superfosfato simples e cinco doses de nitrogênio (6, 36, 60, 84 e 114 kg ha-1), na forma de sulfato de amônio. Os tratamentos foram definidos utilizando-se a matriz experimental Plan Puebla III, dando origem a nove combinações, respectivamente, de doses de fósforo e de nitrogênio (kg ha-1): 280 e 84; 280 e 36; 120 e 6; 120 e 36; 120 e 84; 200 e 60; 380 e 84, 20 e 36 e 280 e 114. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, com quatro repetições. A unidade experimental foi composta por cinco vasos, com uma planta por vaso. A colheita das plantas foi feita aos 270 dias após o transplante (DAT). Sob as maiores doses de P e N utilizadas observaram-se as maiores alturas de plantas (38,12 cm), aos 261 DAT; o maior número de folhas por planta (54), aos 186 DAT; a maior massa seca de folhas (5,68 g planta-1), a maior área foliar (610 cm2 planta-1), a maior massa seca de raiz (6,2 g planta-1) e o maior número de ramos (3 planta-1) aos 270 DAT. O teor de clorofila foi em média de 36 ICF. Recomenda-se o uso de 380 kg ha-1 de fósforo e de 114 kg ha-1 de nitrogênio para o melhor desenvolvimento inicial da guavira.

Palavras-chave : Campomanesia adamantium; planta medicinal; adubação nitrogenada; adubação fosfatada.

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