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Revista CEFAC

versão impressa ISSN 1516-1846

Resumo

LIPORACI, Flávia Duarte  e  FROTA, Silvana Maria Monte Coelho. Envelhecimento e ordenação temporal auditiva. Rev. CEFAC [online]. 2010, vol.12, n.5, pp. 741-748.  Epub 30-Jul-2010. ISSN 1516-1846.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-18462010005000078.

OBJETIVO: avaliar o processamento auditivo em idosos através do teste de ordenação temporal (Padrão de Duração) e verificar se a presença de perda auditiva influencia no desempenho deste teste. MÉTODOS: 65 idosos foram avaliados (46 mulheres e 19 homens), entre 60 e 79 anos. Os participantes responderam a uma anamnese, realizaram mini-exame do estado mental e avaliação audiológica básica. Os participantes foram alocados e estudados em um grupo único e também divididos em três grupos denominados G1, G2 e G3. De acordo com os resultados audiométricos, classificou-se o G1 (audição normal para as médias de 0,5/1/2 kHz e de 3/4/6 kHz), o G2 (audição normal ou perda auditiva de grau leve para a média de 0,5/1/2 kHz e grau leve para a média de3/4/6 kHz ) e o G3 (audição normal ou perda auditiva de grau leve para a média de 0,5/1/2 kHz e grau moderado para a média de3/4/6 kHz). Foi realizado o teste Padrão de Duração, que avalia a ordenação temporal, a 50dBNS. Para a análise dos resultados foi utilizado o teste estatístico não-paramétrico de Kruskal-Wallis e o teste do qui-quadrado, sendo considerado como significante um p < 0,05. RESULTADOS: em toda a amostra a média de porcentagem de acertos foi de 63,1%. Nos grupos, as médias de acertos foram de 57,5%, 69% e 63,9% para o G1, G2 e G3, respectivamente. CONCLUSÃO: a presença de perda auditiva não influenciou nos resultados do teste padrão de duração.

Palavras-chave : Percepção Auditiva; Idoso; Testes Auditivos; Transtornos da Percepção Auditiva.

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