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Revista CEFAC

versão On-line ISSN 1982-0216

Resumo

SANTOS, Rayné Moreira Melo  e  GUEDES, Zelita Caldeira Ferreira. Estudo da qualidade de vida em indivíduos com paralisia facial periférica crônica adquirida. Rev. CEFAC [online]. 2012, vol.14, n.4, pp. 626-634.  Epub 29-Mar-2012. ISSN 1982-0216.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-18462012005000023.

OBJETIVO: analisar a qualidade de vida em indivíduos com paralisia facial periférica crônica adquirida. MÉTODO: foram selecionados, por meio de triagem, 12 indivíduos com paralisia facial periférica adquirida na fase de sequela, com etiologias de paralisia facial de Bell e Schwannoma após exérese. Foi verificado o grau da paralisia facial periférica adquirida de acordo com House & Brackmann9, além de ter sido realizada entrevista com perguntas fechadas, para verificar se havia interferência da paralisia facial na convivência social de cada indivíduo. O tipo de estudo foi transversal e, os testes utilizados foram o não-paramétrico de Mann-Whitney e o teste exato de Fisher, com o nível de significância de 5%. RESULTADOS: os graus da paralisia facial foram divididos da seguinte forma: I-II (Normal a Disfunção leve), III-IV (Disfunção moderada a moderadamente severa) e V-VI (Disfunção severa a paralisia total). Nas respostas quanto ao prejuízo nas atividades profissionais e pessoais, indivíduos com face normal a disfunção leve por paralisia facial de Bell responderam não ter prejuízo para suas atividades; na disfunção moderada a moderadamente severa todos responderam muito prejuízo e na disfunção severa a paralisia total, um indivíduo respondeu muito prejuízo. Na paralisia facial por Schwannoma no grupo classificado como disfunção leve, todos responderam nenhum prejuízo e na disfunção severa à paralisia total, um indivíduo respondeu muito prejuízo para tais atividades. CONCLUSÃO: a paralisia facial periférica crônica adquirida interferiu na qualidade de vida dos indivíduos com graus considerados mais graves.

Palavras-chave : Qualidade de Vida; Paralisia Facial; Paralisia de Bell; Expressão Facial; Impacto Psicossocial.

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