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Sao Paulo Medical Journal

Print version ISSN 1516-3180On-line version ISSN 1806-9460

Abstract

AQUINO, Márcia Maria Auxiliadora de  and  CECATTI, José Guilherme. Misoprostol versus oxytocin for labor induction in term and post-term pregnancy: randomized controlled trial. Sao Paulo Med. J. [online]. 2003, vol.121, n.3, pp.102-106. ISSN 1806-9460.  https://doi.org/10.1590/S1516-31802003000300003.

CONTEXTO: Na atualidade, misoprostol, um metilanálogo sintético da prostaglandina E1, vem recebendo atenção como um agente maturador do colo e indutor do trabalho de parto. No entanto, ainda é necessário determinar melhor sua segurança e eficácia. OBJETIVO: Comparar misoprostol intravaginal versus ocitocina intravenosa para amadurecimento cervical e indução de parto em mulheres com colo uterino desfavorável. TIPO DE ESTUDO: Ensaio clínico controlado aleatorizado. LOCAL: Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo, SP, no período de novembro de 1998 a dezembro de 2000. PARTICIPANTES: 210 gestantes com membranas íntegras e indicação para indução do parto. PROCEDIMENTOS: As mulheres, após a aleatorização, receberam misoprostol vaginal na dose de 25 µg a cada quatro horas, não excedendo oito doses (105 mulheres) ou ocitocina em uma infusão contínua (105 mulheres). VARIÁVEIS ESTUDADAS: Período de latência, tempo da indução ao parto vaginal, tipo de parto, ocorrência de parto vaginal em função do tempo, ocorrência de alterações do tônus uterino, hipóxia e morbidade neonatal. Para verificar a significância estatística das diferenças entre os grupos, utilizaram-se os testes de qui -quadrado, log-rank e t de Student. RESULTADOS: Não houve diferença significativa entre os grupos referentes às indicações de indução, idade, paridade, raça, renda familiar, índice inicial de Bishop e número de consultas de pré-natal. A incidência de cesárea, o período de latência e o período da indução ao parto vaginal foram significativamente menores para o grupo de misoprostol. Das alterações do tônus uterino, a taquissistolia foi significativamente mais comum no grupo do misoprostol, entretanto hipóxia e morbidade neonatal não foram diferentes entre os grupos. CONCLUSÃO: 25 µg de misoprostol vaginal usados a cada quatro horas é seguro e mais eficiente para o amadurecimento cervical e indução do trabalho de parto do que a ocitocina.

Keywords : Misoprostol; Ocitocina; Prostaglandinas; Indução; Parto; Ensaio; Clínico; Controlado; Aleatorizado.

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