SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.126 número3As classificações das fraturas do rádio distal são reprodutíveis? Concordância intra e interobservadoresEndometriose intestinal obstrutiva na pós-menopausa: relato de caso e revisão da literatura índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

Compartilhar


Sao Paulo Medical Journal

versão impressa ISSN 1516-3180versão On-line ISSN 1806-9460

Resumo

SALIMI, Javad et al. Fratura escapular: menor gravidade e mortalidade. Sao Paulo Med. J. [online]. 2008, vol.126, n.3, pp.186-189. ISSN 1516-3180.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-31802008000300009.

CONTEXTO E OBJETIVO: Acredita-se que a presença de fraturas escapulares esteja associada a alta freqüência de outras lesões e morbidades relacionadas. O objetivo foi avaliar o padrão de lesões e os desfechos gerais em pacientes com fraturas escapulares. DESENHO E LOCAL: Trabalho transversal com pacientes apresentando trauma, tratados em seis hospitais gerais em Teerã. MÉTODOS: Registros de trauma foram obtidos em seis hospitais gerais no período de um ano. Entre estes pacientes, 41 sofreram fratura escapular e foram incluídos no estudo. RESULTADOS: A faixa etária predominante para fratura escapular foi 20-50 anos, sendo 78%. Acidentes automobilísticos (AAs) foram a maior causa de lesão, em 73,2% (30/41). Observou-se também que os acidentes com pedestres correspondiam a 46,7% (14/30) das lesões devidas a AAs. Quedas foram a segunda causa mais freqüente, com sete casos (17,1%). Fraturas do corpo estavam o tipo mais freqüente das fraturas escapulares (80%). Dezoito pacientes (43,9%) apresentaram apenas fratura escapular. Fraturas de extremidades foram as lesões mais comumente associadas, observadas em 18 (43,9%). Três pacientes (7,3%) tiveram lesões graves (escala de gravidade das lesões > 16), o que resultou em um caso (2,4%) de óbito. A maioria dos pacientes foi tratada de forma conservadora (87,8%). CONCLUSÕES: Pacientes com fraturas escapulares tiveram lesões torácicas e fraturas de clavícula basicamente mais graves. Porém, não houve correlação com maiores índices da escala de gravidade das lesões, admissão na unidade de terapia intensiva ou mortalidade.

Palavras-chave : Escápula; Fraturas ósseas; Traumatismo múltiplo; Escala de gravidade do ferimento; Mortalidade.

        · resumo em Inglês     · texto em Inglês     · Inglês ( pdf epdf )

 

Creative Commons License Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons