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Revista Brasileira de Medicina do Esporte

Print version ISSN 1517-8692

Abstract

DIAZ, José Fernando Jiménez; GUILLEN, Jesús Romero  and  CARRERO, Juan Antonio Trigueros. Prevalência de doenças infecciosas no esporte. Rev Bras Med Esporte [online]. 2000, vol.6, n.1, pp. 23-28. ISSN 1517-8692.  http://dx.doi.org/10.1590/S1517-86922000000100006.

A presença de processos infecciosos de repetição durante a prática de atividade física, tanto em nível competitivo quanto não-competitivo, impede a sua realização. Por isso, é muito importante recomendar ao desportista que evite o exercício muito intenso e competições nessas condições. O retorno à prática desportiva será realizado gradualmente, a uma intensidade proporcional à gravidade do processo infeccioso e ao número de dias que durou a infecção. As doenças respiratórias (agudas, crônicas e outras) e as cutâneas (produzidas por bactérias, vírus, fungos e parasitos) são, pela sua freqüência, as mais importantes entre os desportistas. Sem entrar nos detalhes etiológicos, clínicos e terapêuticos dessas infecções, focalizaremos as normas que regulam o retorno à atividade física e, em muitos casos, a participação em nível competitivo. É preciso classificar os esportes conforme o grau de contato ou colisão entre os participantes e de acordo com a intensidade do esforço que é realizado. Dessa forma, é estabelecida uma base que permite definir a relação entre o tipo de infecção e a participação desportiva. Também é necessário levar em conta algumas regras a serem seguidas no tratamento e recuperação das doenças infecciosas do desportista amador e de elite.

Keywords : Esporte; Infecção; Participação desportiva.

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