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Revista Brasileira de Medicina do Esporte

Print version ISSN 1517-8692On-line version ISSN 1806-9940

Abstract

BRASILEIRO, Jamilson Simões; MACEDO, Liane de Brito; OLIVEIRA, Araken Kleber Azevedo de  and  LINS, Caio Alano de Almeida. ÍNDICE DE TORQUE, POTÊNCIA E FADIGA NOS FLEXORES E EXTENSORES DO JOELHO DE JOGADORES DE FUTEBOL. Rev Bras Med Esporte [online]. 2018, vol.24, n.2, pp.117-120. ISSN 1517-8692.  http://dx.doi.org/10.1590/1517-869220182402147524.

Introdução:

O futebol é o esporte mais popular e mais praticado no mundo e caracteriza-se por movimentos de alta intensidade. Essa alta demanda induz diversos tipos de lesões do aparelho locomotor, e um dos fatores intrínsecos responsável por desencadear essas lesões é o desequilíbrio muscular, que pode ocorrer entre os membros ou entre grupos musculares de um mesmo membro.

Objetivo:

Avaliar o desempenho muscular entre os grupos flexores/extensores do joelho de ambos os membros em atletas profissionais de futebol. Métodos: Foram realizadas avaliações isocinéticas em 18 atletas profissionais de futebol, com média de idade de 26,9 ± 3,6 anos e índice de massa corporal (IMC) médio de 23,9 ± 1,7 kg/m2. O protocolo do teste consistiu em cinco contrações concêntricas de flexão e extensão do joelho na velocidade angular de 60º/s, 15 contrações a 180º/s e 30 contrações a 300º/s, em ambos os membros. O teste t pareado foi utilizado para verificar a razão do torque, potência e fadiga de flexores e extensores do joelho dominante e do não dominante.

Resultados:

Não houve diferença significativa entre os membros avaliados no que se refere à dominância (p>0,05). Com relação à razão de torque entre flexores e extensores, observaram-se valores abaixo do que se considera normal para essa população, além de um maior índice de fadiga no grupo flexor quando comparado com o grupo extensor do joelho.

Conclusão:

Não foi observado desempenho melhor no membro dominante, sugerindo que, embora haja preferência do uso desse membro, isso não caracteriza necessariamente a melhor performance. Os dados também revelaram um desequilíbrio na capacidade de produção de torque entre o grupo flexor e extensor do joelho, com razão desfavorável para os isquiotibiais, além de maior índice de fadiga nesse grupo, o que tornaria esses músculos mais suscetíveis a lesões. Nível de Evidência II; Estudos diagnósticos - Investigação de um exame para diagnóstico.

Keywords : Músculo quadríceps; Força muscular; Fraqueza muscular.

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