SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.24 issue2MILITARY PHYSICAL TRAINING, MUSCULAR STRENGTH, AND BODY COMPOSITION OF BRAZILIAN MILITARY PERSONNELBODY IMAGE DISSATISFACTION AMONG GYM-GOERS IN BRAZIL author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Revista Brasileira de Medicina do Esporte

Print version ISSN 1517-8692On-line version ISSN 1806-9940

Abstract

SILVA, Alice Tatiane da et al. DISTÂNCIA ATÉ AS ACADEMIAS AO AR LIVRE, USO DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADE FÍSICA EM ADULTOS. Rev Bras Med Esporte [online]. 2018, vol.24, n.2, pp.157-161. ISSN 1517-8692.  http://dx.doi.org/10.1590/1517-869220182402180439.

Introdução:

As características do ambiente construído são importantes preditores do comportamento fisicamente ativo. Nesse sentido, a presença, a disponibilidade, o acesso e a qualidade dos espaços públicos abertos para a atividade física próximos à residência são positivamente associados a seu uso e a maiores níveis de atividade física da população.

Objetivo:

Analisar a associação entre a distância da residência até as academias ao ar livre com o uso destas estruturas e a prática de atividades físicas em adultos de Curitiba, Brasil.

Métodos:

Estudo transversal realizado com 328 frequentadores de 20 academias ao ar livre. A distância foi calculada com o Sistema de Informação Geográfica (SIG), utilizando a rede de ruas no software ArcGIS 10.1 e classificada em tercis (≤ 854 metros; 855-1.741 metros; ≥ 1.742 metros). O uso das academias ao ar livre foi avaliado com base em três indicadores: frequência semanal (vezes/semana), tempo de permanência (minutos/dia) e tempo de uso (meses). A atividade física foi avaliada com o módulo de lazer do International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e o deslocamento até os locais foi classificado como “passivo” ou “ativo”. A associação foi testada com a regressão de Poisson no STATA 12.0.

Resultados:

Foi verificada associação inversa entre o tercil superior de distância da residência até as academias ao ar livre com o deslocamento ativo (RP: 0,70; IC95%: 0,51-0,97) e o tempo de permanência ≥ 31 min/dia nesses locais (RP: 0,49; IC95%: 0,31-0,76).

Conclusões:

Diminuir as distâncias e aumentar o número dessas estruturas facilitaria o deslocamento ativo e o tempo de permanência nesses locais para a prática de atividades físicas.

Keywords : Atividade motora; Áreas verdes; Parques recreativos; Meio ambiente e saúde pública; Estudos epidemiológicos.

        · abstract in English | Spanish     · text in English     · English ( pdf )