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Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil

versão impressa ISSN 1519-3829versão On-line ISSN 1806-9304

Resumo

SANTOS, Flávia Andréia Pereira Soares dos et al. Autonomia do enfermeiro obstetra na assistência ao parto de risco habitual. Rev. Bras. Saude Mater. Infant. [online]. 2019, vol.19, n.2, pp.471-479.  Epub 22-Jul-2019. ISSN 1519-3829.  http://dx.doi.org/10.1590/1806-93042019000200012.

Objetivos:

compreender o contexto cultural da instituição hospitalar e sua relação com a prática autônoma do enfermeiro obstetra na assistência ao parto de risco habitual.

Métodos:

pesquisa etnográfica desenvolvida em três maternidades públicas do Estado do Rio Grande do Norte, Brasil, com três gestores e 23 enfermeiros obstetras.

Resultados:

diferentes aspectos de ordem cultural, organizacional e estrutural da instituição hospitalar interferem diretamente na prática autônoma do enfermeiro obstetra. Dentre estes aspectos, a valorização profissional na assistência ao parto de risco habitual contribui para a autonomia do profissional em questão.

Conclusões:

constatou-se que o enfermeiro obstetra vivencia distintos contextos de atuação, os quais interferem diretamente na sua autonomia na assistência ao parto de risco habitual e no seu poder de decisão. Faz-se necessário, então, desvencilhar-se das relações de domínio e submissão, ainda impostas pela hegemonia médica.

Palavras-chave : Enfermagem Obstétrica; Autonomia Profissional; Tocologia; Salas de Parto; Saúde da Mulher.

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