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Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil

versión impresa ISSN 1519-3829versión On-line ISSN 1806-9304

Resumen

KATZ, Leila et al. Quem tem medo da violência obstétrica?. Rev. Bras. Saude Mater. Infant. [online]. 2020, vol.20, n.2, pp.623-626.  Epub 05-Ago-2020. ISSN 1806-9304.  https://doi.org/10.1590/1806-93042020000200017.

Apesar de ser um termo relativamente novo, a violência obstétrica é um problema antigo. Em 2014, a Organização Mundial da Saúde declarou: “Muitas mulheres sofrem tratamento desrespeitoso e abusivo durante o parto em instalações de saúde em todo o mundo. Esse tratamento não só viola os direitos das mulheres a cuidados respeitosos, mas também pode ameaçar seus direitos à vida, saúde, integridade corporal e liberdade de discriminação”. Esse problema, denominado “abuso”, “desrespeito” e /ou “maus-tratos” durante o parto, foi abordado em vários estudos. No entanto, não houve consenso sobre como nomear adequadamente esse problema, embora sua tipologia tenha sido bem descrita. Considerando a magnitude desse problema, é essencial dar a terminologia correta para essa importante questão de saúde e direitos humanos. Nomear como violência obstétrica e entendê-la como violência baseada em gênero garantirá intervenções apropriadas para evitar essa violação dos direitos das mulheres.

Palabras clave : Violência obstétrica; Gravidez; Parto.

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