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Brazilian Journal of Biology

Print version ISSN 1519-6984

Abstract

DIAS, JD; SIMOES, NR  and  BONECKER, CC. Resiliência da comunidade zooplanctônica na aquicultura: um estudo em tanques rede. Braz. J. Biol. [online]. 2012, vol.72, n.1, pp. 1-11. ISSN 1519-6984.  http://dx.doi.org/10.1590/S1519-69842012000100001.

A piscicultura em tanques rede causa mudanças nas condições ambientais. Este estudo avaliou a resiliência do zooplâncton em áreas de cultivo de peixes no reservatório de Rosana (rio Paranapanema, PR-SP). As coletas foram realizadas próximo aos tanques rede, e, a montante e a jusante deles, antes e após a instalação dos tanques. A resiliência foi estimada utilizando a diminuição na abundância dos grupos após a instalação dos tanques. A comunidade zooplanctônica foi representada por 106 espécies. As espécies mais abundantes foram Synchaeta pectinata, S. oblonga, Conochilus coenobasis, Polyarthra dolichoptera e C. unicornis (Rotifera), Ceriodaphnia cornuta, Moina minuta, Bosmina hagmanni e C. silvestrii (Cladocera) e Notodiaptomus amazonicus (Copepoda). A resiliência dos microcrustáceos foi afetada nos pontos de cultivo, pois, esta atividade deixou o ambiente produtivo por mais tempo, atrasando a capacidade natural das respostas da comunidade. Os microcrustáceos, principalmente copépodes calanoides e ciclopoides tiveram diferentes taxas de retorno. A instalação dos tanques rede agiu como um fator de estresse sobre a comunidade zooplanctônica. Estratégias de gestão que causam menos riscos para os organismos e maximizam o fluxo de energia podem ajudar na manutenção da estabilidade do sistema.

Keywords : distúrbio antropogênico; impacto ambiental; reservatório; cultivo de peixe e plâncton.

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