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Brazilian Journal of Biology

versão impressa ISSN 1519-6984versão On-line ISSN 1678-4375

Resumo

CASTELLO, A. C. D.; COELHO, S.  e  CARDOSO-LEITE, E.. Lianas, fetos arborescentes e espécies de sub-bosque: indicadores do estado de conservação da Mata Atlântica brasileira. Braz. J. Biol. [online]. 2017, vol.77, n.2, pp.213-226.  Epub 29-Ago-2016. ISSN 1519-6984.  http://dx.doi.org/10.1590/1519-6984.07715.

Os indicadores são aplicados com menores custos e mais rapidez em comparação com levantamentos convencionais, fornecendo respostas rápidas e eficientes que podem facilitar a gestão das áreas protegidas. Nosso objetivo foi selecionar indicadores de vegetação para monitorar áreas protegidas. Para este fim, analisamos o sub-bosque e quantificamos as lianas e fetos arborescentes em áreas protegidas e não-protegidas em busca de espécies indicadoras. Nossas áreas de estudo estão localizadas na região do Vale do Ribeira, sudeste do Estado de São Paulo, Brasil. Uma delas é uma área protegida (categorias da IUCN II e V) e outra uma fazenda de propriedade privada. Lianas com grandes diâmetros (>13 cm) e fetos arborescentes com grandes alturas (>19 m) foram considerados indicadores de áreas não perturbadas (área protegida), pois seu crescimento está diretamente associado com o estágio sucessional das florestas. As espécies indicadoras da área protegida são não pioneiras, como Bathysa australis (A.St.-Hil.) K.Schum., já as da fazenda (não protegida) são pioneiras, como Pera glabrata (Schott) Poepp. ex Baill. e Nectandra oppositifolia Ness. Todos indicadores sugeridos podem ser utilizados em ações de gestão e conservação, especialmente em áreas protegidas, para garantir a manutenção dos remanescentes florestais e para assegurar o cumprimento dos objetivos destas áreas.

Palavras-chave : estágios sucessionais; espécies indicadoras; áreas protegidas; Mata Atlântica.

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