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Jornal Vascular Brasileiro

versão impressa ISSN 1677-5449versão On-line ISSN 1677-7301

Resumo

REIS, Paulo Eduardo Ocke. Células-tronco da medula óssea e seu papel na angiogênese. J. vasc. bras. [online]. 2005, vol.4, n.4, pp.366-370. ISSN 1677-5449.  http://dx.doi.org/10.1590/S1677-54492005000400012.

O nível de sintomatologia de um paciente com doença arterial periferal determina o tipo de tratamento. Apesar das terapias conhecidas, alguns pacientes continuam a ter dor com a deambulação, o que afeta sua qualidade de vida. As implicações terapêuticas dos fatores de crescimento angiogênicos foram identificadas por estudos pioneiros de Folkman et al. há 2 décadas. Investigações posteriores estabeleceram a possibilidade de utilizar formulações de fatores de crescimento angiogênico recombinantes, com o objetivo de desenvolver ou aumentar a rede de colaterais em modelos animais de isquemia crônica ou miocárdica. Pesquisas sugerem que células-tronco primitivas com medula óssea possuem maior funcionalidade plástica, capazes de contribuir com a regeneração de músculos isquêmicos e endotélio vascular por células-tronco adultas. O implante local e autólogo de células estromais da medula induz a uma resposta neovascular, resultando em um aumento significativo de fluxo sangüíneo no membro isquêmico. Neste artigo, revisamos os estudos que estabeleceram como o implante de células da medula óssea em membros isquêmicos aumenta a formação de vasos colaterais.

Palavras-chave : fator de crescimento; fator de angiogênese; células-tronco; isquemia.

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