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Jornal Vascular Brasileiro

versão impressa ISSN 1677-5449versão On-line ISSN 1677-7301

Resumo

PASCHOA, Adilson Ferraz; HAYASHIDA, Luciana; SIQUEIRA, Marcelo Kurz  e  VAN BELLEN, Bonno. Trombose venosa profunda como complicação da escleroterapia química no tratamento de telangiectasias dos membros inferiores. J. vasc. bras. [online]. 2005, vol.4, n.4, pp.383-386. ISSN 1677-5449.  http://dx.doi.org/10.1590/S1677-54492005000400014.

Os autores relatam dois casos de escleroterapia de telangiectasias, as quais complicaram com trombose venosa profunda. O primeiro caso foi confirmado por flebografia, e o segundo, por duplex scan. Um paciente, 8 anos após, apresentou uma tromboflebite espontânea de veia safena parva, que resultou em pesquisa de trombofilia positiva para o Fator V Leiden. A outra paciente teve pesquisa de trombofilia negativa. Os relatos de tromboembolismo relacionado à escleroterapia são escassos na literatura. O objetivo do trabalho é alertar para essa possibilidade, valorizando as queixas de dor e edema após a escleroterapia. Havendo suspeita clínica, o duplex scan deve ser realizado.

Palavras-chave : trombose de veias profundas; escleroterapia; complicações.

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