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Jornal Vascular Brasileiro

versão impressa ISSN 1677-5449

Resumo

ROSSI, Guillermo Gustavo; BELCZAK, Cleusa Ema Quilici  e  ROSSI, Carolina. Veia safena parva: para onde se dirige o refluxo?. J. vasc. bras. [online]. 2013, vol.12, n.2, pp.123-128. ISSN 1677-5449.  http://dx.doi.org/10.1590/S1677-54492013000200006.

CONTEXTO:

A veia safena parva (VSP) apresenta grande variabilidade anatômica graças à sua complexa origem embriológica. Na VSP insuficiente, o refluxo que se dirige para a perfurante de reentrada nem sempre obedece ao mesmo trajeto anatômico.

OBJETIVO:

Estudar a variabilidade da direção do refluxo da VSP e sua reentrada.

MÉTODOS:

Neste estudo prospectivo e observacional, 60 membros inferiores com insuficiência de VSP em 43 pacientes foram avaliados por protocolo de eco-color Doppler.

RESULTADOS:

As variações de reentrada foram agrupadas em quatro tipos, com seus respectivos subtipos. A porcentagem dos achados foi: Tipo A, perfurantes de face medial = 25/60 casos (41,66%), subtipos Cockett, Sherman, paratibiais e do vértice; Tipo B, maléolo externo e perfurantes da face lateral (externa) (fibulares 17-26 cm) = 15/60 casos (25%), subtipos fibulares e maléolo; Tipo C, em dois ramos = 19/60 casos (31,66%), subtipos gastrocnêmias e Cockett, gastrocnêmias e maléolo e/ou fibulares, Cockett e maléolo, Cockett-vértice e fibular; Tipo D, terminação no sistema superficial = 1/60 casos (1,66%).

CONCLUSÃO:

Na maior parte desta casuística, o refluxo não obedeceu ao percurso anatômico clássico. Demonstrou-se a variabilidade do trajeto do refluxo ou sua reentrada, e não a variabilidade anatômica da veia safena parva. Pode-se interpretar que o refluxo buscaria, como reentrada, a conexão anatômica mais acessível, ou então se originaria no setor distal, alcançando depois a veia safena parva.

Palavras-chave : insuficiência venosa; refluxo; veia safena parva.

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