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Revista Ciência Agronômica

versão impressa ISSN 0045-6888versão On-line ISSN 1806-6690

Resumo

VITORINO, Hermeson dos Santos; SILVA JUNIOR, Antonio Carlos da; GONCALVES, Clebson Gomes  e  MARTINS, Dagoberto. Interferência de plantas daninhas na cultura da soja em função do espaçamento de semeadura. Rev. Ciênc. Agron. [online]. 2017, vol.48, n.4, pp.605-613. ISSN 1806-6690.  https://doi.org/10.5935/1806-6690.20170070.

A utilização de espaçamento de fileira dupla na cultura da soja é recente e constituem-se em uma nova tecnologia de produção de soja no Brasil e no mundo, com isso, a interferência de plantas daninhas pode ser diferentes em relação ao cultivo de linhas simples. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a interferência de plantas daninhas na cultura da soja em função do espaçamento de semeadura. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados e os tratamentos foram dispostos em esquema fatorial (2x16): dois espaçamentos, um espaçamento de fileira dupla [(0,20 x 0,20 m) x 0,67 m] e um espaçamento convencional de fileira simples (0,45 x 0,45 m) e dezesseis períodos de manejo de plantas daninhas, sendo oito períodos de controle em que a soja foi mantida livre das plantas daninhas por períodos crescentes de 7; 14; 21; 28; 35; 42; 49 e 145 dias após a sua emergência e oito períodos de convivência, quando a cultura foi mantida na presença da comunidade infestante pelos mesmos períodos. O Período Anterior a Interferência foi menor no espaçamento em fileira dupla (8 dias) quando comparado ao espaçamento simples (18 dias). O Período Total de Prevenção da Interferência foi de 36 e 31 dias para o espaçamento em fileira dupla e simples, respectivamente, sendo que a emergência de plantas daninhas após este período não reduziu a produtividade, porém o Período Crítico de Prevenção à Interferência foi maior no espaçamento em fileira dupla (28 dias) em comparação ao da fileira simples que foi de 13 dias. O espaçamento em fileira dupla apresentou uma produtividade de grãos superior ao de fileira simples.

Palavras-chave : Períodos Críticos; Fitossociologia; Glycine max; Matocompetição.

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