SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.46 número6Identificação de desaparecidos: a contribuição da perícia em odontologia forense e do exame de DNAPreditores para o câncer oral no Brasil índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

Compartilhar


Revista de Odontologia da UNESP

versão On-line ISSN 1807-2577

Resumo

IBELLI, Guilherme Siqueira et al. Comparação clínica de implantes curtos e convencionais instalados na região posterior da mandíbula. Estudo piloto. Rev. odontol. UNESP [online]. 2017, vol.46, n.6, pp.319-324.  Epub 30-Nov-2017. ISSN 1807-2577.  http://dx.doi.org/10.1590/1807-2577.04017.

Objetivo

Avaliar e correlacionar os valores de densidade óssea radiográfica, altura óssea peri-implantar e de frequência de ressonância nos implantes curtos e convencionais instalados na região posterior da mandíbula após a instalação da prótese provisória.

Material e método

Esse estudo piloto clínico prospectivo contou com a participação de 11 pacientes que foram divididos previamente em dois grupos: implantes curtos (n=18) (5,0 x 5,5 mm e 5,0 x 7,0 mm) e implantes convencionais (n=23) (4,0 x 10 mm e 4,0 x 11,5 mm). Foram executadas análise da frequência de ressonância, altura óssea e densidade óssea peri-implantar. Os implantes foram avaliados nos períodos T0 (imediatamente após a instalação do provisório), T1 (após 90 dias) e T2 (após 180 dias).

Resultado

Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os grupos com relação a densidade óssea radiográfica (152,50 ± 15,39 vs. 157,60 ± 28,46, para implantes convencionais e curtos respectivamente no período T2), estabilidade dos implantes (Implantes convencionais: 66,76 ± 10,39 no período T0 e 61,85 ± 8,38 no período T2 vs. Implantes curtos: 57,50 ± 12,17 no período T0 e 61,53 ± 7,39 no período T2) e quanto a perda óssea periimplantar (0,03 mm vs. -0,17 mm, em implantes convencionais e curtos no período T2, respectivamente). Adicionalmente a isso, não foram detectados correlação significativa entre densidade radiográfica com altura óssea peri-implantar e nem com a frequência de ressonância.

Conclusão

Verificou-se que os implantes curtos apresentaram um comportamento semelhante aos implantes de comprimento convencionais com relação à frequência de ressonância, a densidade radiográfica peri-implantar e a manutenção dos níveis ósseos periimplantares.

Palavras-chave : Reabsorção óssea; densidade óssea; próteses e implantes.

        · resumo em Inglês     · texto em Inglês     · Inglês ( pdf )