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Arquivos do Instituto Biológico

versão impressa ISSN 0020-3653versão On-line ISSN 1808-1657

Resumo

CASTILHOS, Rodolfo Vargas et al. Persistência de inseticidas utilizados em pessegueiro sobre larvas e adultos do predador Chrysoperla externa (Neuroptera: Chrysopidae). Arq. Inst. Biol. [online]. 2019, vol.86, e0312018.  Epub 14-Nov-2019. ISSN 0020-3653.  https://doi.org/10.1590/1808-1657000312018.

Este trabalho teve como objetivo avaliar a persistência (duração da atividade nociva) de cinco inseticidas utilizados no controle de pragas em pessegueiro, em larvas e adultos do predador Chrysoperla externa. Os inseticidas foram pulverizados em plantas de videira cv. Bordô utilizando-se a máxima dosagem recomendada para o pessegueiro. Semanalmente, aos 3, 10, 17, 24 e 31 dias após a pulverização, larvas e adultos do predador foram expostos a folhas pulverizadas para determinação do efeito residual dos inseticidas na mortalidade e possíveis efeitos na reprodução. Em função da toxicidade observada ao longo dos bioensaios semanais, os inseticidas foram classificados conforme a escala de persistência da International Organization for Biological and Integrated Control of Noxious Animals and Plants (IOBC). Alta persistência foi obtida para os inseticidas (% de ingrediente ativo) fosmete (0,100) e malationa (0,200), sendo ambos considerados persistentes (> 30 dias de ação nociva) para larvas e adultos de C. externa. De forma semelhante, o inseticida do grupo das benzoilureias, lufenurom (0,005), que age exclusivamente sobre estágios imaturos de insetos, foi persistente para larvas. Diferenças quanto a persistência para ambos os estágios avaliados foi observada para o inseticida piretroide deltametrina (0,001), que se mostrou persistente para larvas, porém mode-radamente persistente (16 – 30 dias de ação nociva) para adultos; e para o organofosforado fentiona (0,050), que foi considerado moderadamente persistente para larvas e de vida curta (< 5 dias de ação nociva) para adultos de C. externa.

Palavras-chave : crisopídeo; controle biológico; controle químico; manejo integrado de pragas; Prunus persica.

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