SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.10 número4Correlação da aferição manual e digital da distância interespinhosa pelo método de newmann em fraturas toracolombares do tipo explosãoAvaliação clínica da infiltração facetaria no tratamento da dor lombar crônica por síndrome facetaria: estudo prospectivo índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Artigo

Indicadores

Links relacionados

  • Não possue artigos similaresSimilares em SciELO

Bookmark


Coluna/Columna

versão impressa ISSN 1808-1851

Resumo

MACHADO, Fabrício Guedes  e  ISHI, Marcos Masayuki. Avaliação da resposta clínica da estabilização pedicular, sem fusão, em pacientes com lombalgia. Coluna/Columna [online]. 2011, vol.10, n.4, pp. 329-331. ISSN 1808-1851.  http://dx.doi.org/10.1590/S1808-18512011000400017.

OBJETIVO: Avaliar o resultado clínico do tratamento cirúrgico da doença discal degenerativa (DDD) com o uso de sistemas de estabilização pedicular sem fusão em 22 pacientes na cidade de Aracaju/Sergipe. MÉTODOS: Foram utilizadas escala visual analógica da dor (EVA) e qualidade de vida ( questionários Oswestry e Roland Moris) no pré-operatório e seis meses após o tratamento cirúrgico instituído. De acordo com as queixas clínicas e as alterações morfofisiológicas encontradas nos exames complementares de imagem, grau de acometimento articular (artrose facetária), doença discal em níveis adjacentes, microdiscectomias prévias, optou-se pela utilização de implantes que permitem graus de mobilidade variáveis. RESULTADOS: Dos 22 pacientes incluídos no estudo, 16 eram do sexo masculino e seis do sexo feminino, com média de idade de 41,77 ± 11,6 anos. Foi estabilizado um total de 43 níveis, sendo a instrumentação de L4 a S1 a mais frequente (12) e o sistema mais utilizado foi a placa Dinamika® (GMReis) para dois níveis (08), com fusão do nível inferior (estabilização híbrida). Houve melhora importante da sintomatologia quando observamos a diminuição da EVA no pré-operatório (8,59±1,1) e 6 meses no pós-operatório (2,41±1,8), com melhora na qualidade de vida nas escalas de Oswestry e Roland Moris (ODI pré: 55,18 ± 15,5 e ODI pós: 13,91 ± 13,1 ; RM pré: 27,23 ± 4,9 e RM pós: 41,68 ± 4,8) respectivamente. CONCLUSÃO: Apesar de todos os pacientes incluídos no estudo terem obtido melhora expressiva tanto na qualidade de vida como na diminuição da sintomatologia, novos estudos biomecânicos devem ser realizados a fim de se padronizar uma abordagem eficiente no tratamento dessa patologia.

Palavras-chave : Lombalgia; Doença discal degenerativa; Estabilização dinâmica.

        · resumo em Inglês | Espanhol     · texto em Português     · pdf em Português