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Coluna/Columna

versión impresa ISSN 1808-1851

Resumen

ZAM, Alexandre de Oliveira et al. Comparação do Índice de Torg obtido por meio de radiografia e ressonância magnética nos pacientes com mielopatia cervical espondilótica. Coluna/Columna [online]. 2012, vol.11, n.1, pp.66-69. ISSN 1808-1851.  http://dx.doi.org/10.1590/S1808-18512012000100012.

OBJETIVO: A Mielopatia Cervical Espondilótica (MCE) é uma disfunção da medula espinhal relacionada à degeneração típica do envelhecimento. No estudo de imagem podemos obter a medida do Índice de Torg, para estimar a estenose cervical. Objetivamos, assim, medir o Índice de Torg através de radiografia e ressonância magnética (RM), possibilitando verificar possíveis discrepâncias entre os métodos de medida. MÉTODOS: Realizada mensuração do Índice de Torg na radiografia e na RM da coluna cervical, sendo obtido através da relação entre a superfície posterior do corpo vertebral e o ponto mais próximo à linha laminar correspondente, dividido pelo diâmetro sagital do corpo vertebral. RESULTADOS: Participaram 29 pacientes, sendo 10 mulheres e 19 homens, com médias de idade 48,1 ± 11 anos, de peso 68,7 ± 5 Kg e de altura 1,68 ± 0,6 m. Houve diferença significativa entre o Índice de Torg calculado através de radiografia e RM, sendo menores os índices observados na RM (radiografia: 0,73 ± 0,17 vs. RM: 0,48 ± 0,14, p< 0,05). No entanto, ambas as aferições traduzem o mesmo resultado: estenose cervical absoluta (Índice de Torg < 0,8). CONCLUSÕES: Nossos resultados corroboram relatos de outros autores que acreditam que o Índice de Torg medido através da radiografia, como preconizado, minimiza a real estenose do canal cervical. Sugerimos em nosso estudo que a RM permite melhor estimativa do grau de estenose do canal, muito embora nossos resultados em relação ao grau de estenose cervical tenham sido semelhantes estatisticamente.

Palabras clave : Coluna vertebral; Doenças da coluna vertebral; Radiologia; Radiografia; Imagem por ressonância magnética.

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